Bem antes de se envolver profissionalmente com jornalismo e publicidade, Rodrigo Hammer é devoto fiel da dobradinha rock e cinema. Seja progressivo, noir, punk ou trash, Hammer devora tudo o que aparece pela frente; e a forma de dar vazão ao que pensa sobre esses universos distintos, mas complementares, ganha o nome de fanzines. Envolvido com ‘zines’ desde o início dos anos 1980, seu mais novo projeto editorial independente começa a circular hoje na cidade sob a alcunha “K”, do grego ‘kinema’ (movimento). Para honrar a tradição ‘alternativa’ e o perfil ‘underground’ da filosofia fanzineira, nada de muito alarde ou lançamento formal: “K” poderá ser encontrado a partir do dia 1º de cada mês em livrarias, bancas especializadas como a Sétima Arte no camelódromo e centros acadêmicos de cursos universitários da área de humanas. O zine sai com quatro páginas, impressas em off-set, e 300 exemplares. A periodicidade será mensal. O editor adianta que, “por enquanto” a distribuição será gratuita: no futuro “K” poderá ter preço de capa dependendo da “aceitação” do público.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,0210 DÓLAR TURISMO: R$ 5,2180 EURO: R$ 5,6410 LIBRA: R$ 6,7190…
A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou quatro ações civis, nessa terça-feira (20), para recuperar bens,…
A Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (Semtas) abriu nesta terça-feira (20) inscrições para…
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte cumpriu, nessa quarta-feira (21), um mandado de…
O reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), José Daniel Diniz Melo,…
O Conselho Internacional de Supervisão da Meta - dona do Facebook, Instagram e WhatsApp -…
This website uses cookies.