O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, estendeu nesta quinta-feira (16) o estado de emergência para todo o país. Ele foi pressionado a tomar atitudes mais duras para controlar o vírus em meio a percepções de que sua reação tem sido fraca e tardia.
Inicialmente, o governo tinha declarado essa medida para sete regiões, incluindo Tóquio e Osaka, porém o aumento no número de casos fora dessas regiões motivou a ampliação das restrições para todo o território, que deve valer até 6 de maio.
Após a declaração de emergência para as sete regiões, em 7 de abril, outras regiões pediram para ser incluídas devido ao temor do vírus em proliferação. O país já tem mais de 9 mil infecções de coronavírus e quase 200 mortes.
Embora mais brando do que um isolamento, o estado de emergência imposto por um mês deu às autoridades mais poder para pedir às pessoas que fiquem em casa e os negócios a fecharem.
O ministro da Saúde japonês, Katsunobu Kato, disse que as autoridades estão preocupadas com a disseminação rápida das infecções, que aumentaram 2,2 vezes entre 7 de abril e quarta-feira.
“Estamos muito preocupados com a possibilidade de as pessoas que viajarão durante a Semana Dourada poderem levar o vírus a locais que ainda não tiveram tantos casos”, disse Kato, referindo-se a um feriado do final de abril em que as pessoas viajam em massa.
Uma autoridade do governo disse que Shinzo Abe mudará o esboço de um orçamento suplementar para disponibilizar pagamentos em dinheiro a toda a população. O coronavírus vem afetando duramente a terceira maior economia do mundo.
O projeto de orçamento suplementar do governo contingenciou fundos para pagamentos em dinheiro de 300 mil ienes para toda residência cuja renda tenha sido afetada pelo vírus.
O governo Abe mudará o projeto para fornecer 100 mil ienes a cada cidadão, disse o funcionário do governo, que tem conhecimento direto do assunto, à Reuters.
A mudança vem na esteira de apelos crescentes de parlamentares governistas e opositores por medidas mais ousadas de Abe para ajudar as pessoas a suportarem o impacto da pandemia.
O Japão enfrenta uma longa batalha, e os governadores precisarão adaptar suas reações às necessidades locais, disse à Reuters Koji Wada, especialista que está aconselhando formuladores de políticas, à Reuters.
“Ainda estamos à beira da guerra da Covid-19. Ainda estamos só no começo”, acrescentou Wada, que é professor da Universidade Internacional de Saúde e Bem-Estar Social de Tóquio.
Fonte: G1
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