De janeiro a outubro desse ano, a Coordenação de Criminalística do ITEP periciou 211 carros e 105 motos. Em 227 (71,83%), desses veículos, foi constatado, através de exames metalográficos, algum tipo de adulteração.
“A maioria dessas adulterações é feita na numeração do chassi do veículo, mas os criminosos aqui do RN estão muito rebuscados e alguns chegam a apagar a inscrição nos vidros do veículo e a reabrir um novo número. Eles também substituem as etiquetas das colunas das portas”, disse o perito criminal André.
No exame metalográfico, a peça metálica que teve o caractere apagado, recebe polimento e depois a aplicação de um reativo apropriado para revelação de vestígios dos identificadores originais.
“Isso porque apesar de raspar os números, eles [criminosos] não conseguem eliminar a estrutura deformada pela marcação original e com o composto ácido, é possível reavivar essa numeração no metal”, pontuou.
Números:
316 exames metalográficos;
211 carros, 155 adulterados (73,46%);
105 motos, 72 adulteradas (68,57%).
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