O dia de ontem foi de noticiário escasso e um certo clima de ressaca no mercado de ações, depois de uma semana de definições importantes no cenário doméstico. Ainda assim, o Índice Bovespa teve fôlego para garantir sua quinta alta consecutiva. O indicador terminou o dia aos 65.436,17 pontos, com ganho de 0,40%. Mais uma vez, contribuíram o bom desempenho dos ativos no mercado internacional e o ambiente político doméstico mais favorável. O volume de negócios, de R$ 6,2 bilhões, mostrou boa parte do mercado continuou fora do pregão. Analista admitiram a relevância da sequência de cinco altas (ganho acumulado de 5,00%), que levaram o Ibovespa ao seu maior patamar no período a partir da crise política (desde 17 de maio).
Nessa última semana as commodities se sobressaíram, o mercado minimizou o risco político e passou a crer em uma coalizão que leve ao avanço das reformas. E voltou a ser considerada a possibilidade de haver algum crescimento da economia nos próximos meses. Os pontos altos da semana foram a aprovação da reforma trabalhista no plenário do Senado, na noite de terça-feira (11) e a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro, na quarta (12). Os dois fatores, somados ao cenário externo positivo, levaram o Ibovespa à maior alta da semana, de 1,57%, na quarta-feira. Com o presidente mais fortalecido (ele também teve vitória na CCJ da Câmara), o mercado voltou a considerar a possibilidade de avanço da reforma da Previdência este ano.
A alta de ontem foi garantida também pelo desempenho positivo das ações de commodities, amparadas na valorização do petróleo e das matérias-primas metálicas negociadas no exterior. Com o petróleo em alta superior a 1%, Petrobras ON e PN subiram 0,52% e 1,40%, respectivamente. Vale ON e PNA subiram 1,17% e 1,39%. O setor financeiro enfrentou alguma volatilidade e terminou o dia majoritariamente em alta. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas ficaram com MRV ON (+3,28%) e Klabin units (+2,48%). Já Eletrobras ON e PNB caíram 4,64% e 5,11%, refletindo o retorno das dúvidas quanto à proposta do governo de regulamentação do setor elétrico.
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