O porta-voz dos rebeldes ienamitas afirmou que o aeroporto internacional da capital saudita, Riad, uma refinaria da Aramco e locais em todo o sul do reino saudita foram atingidos.
Os ataques, que incluíram drones, mísseis balísticos e de cruzeiro, “tiveram como alvo o Aeroporto Internacional Rei Khalid em Riade”, disse Yahya Saree, acrescentando que “a refinaria da Aramco em Rabigh” também foi atingida, juntamente com instalações militares e aeroportos menores no sul.
Os bombardeios foram uma resposta a uma ofensiva lançada pelo governo do Iêmen horas antes.
Os militares iemenitas disseram que realizaram mais de 1.000 ataques, com o apoio de 100 aviões de guerra, fornecidos pela coalizão liderada pela Arábia Saudita – que apoia o governo -, contra a capital do país, Saná, que há anos está nas mãos dos Houthis, desde o amanhecer.
O porta-voz da coalizão informou na rede social X que suas forças navais tinham “destruídos depósitos de armas, instalações onde foram armazenadas embarcações com armadilhas explosivas e minas navais e que tinham “frustrado um plano de ataque” contra vias navegáveis no sul do Mar Vermelho.
Também nesta segunda, a Turquia e o Paquistão anunciaram que farão uma “mobilização rápida” de tropas na Arábia Saudita como parte de uma nova aliança de defesa, sem especificar que função os militares mobilizados desempenhariam.
No dia 25 de setembro, foi a vez da França fazer o mesmo.
A ofensiva do governo do Iêmen nesta segunda havia sido anunciada um dia antes. O chefe do Conselho Presidencial, Rashad al Alimi, disse que o objetivo dela, que recebeu o nome de “Amanhecer do Iêmen”, é recuperar a totalidade do território.
O porta-voz da coalizão militar liderada pela Arábia Saudita diz que dará “apoio aéreo 24 horas por dia às forças armadas iemenitas” e irá garantir “a proteção aérea do Estreito de Bab el Mandeb”, rota estratégica para o comércio marítimo internacional.
Após a troca de ataques, o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou sua preocupação com a “forte escalada” dos combates no Iêmen e condenou os ataques dos houthis em território saudita.
Em setembro, os Houthis impuseram um bloqueio militar contra o governo saudita no Mar Vermelho e reforçaram o seu controle sobre esse estreito, cuja importância aumentou depois que o Irã impôs fortes restrições à navegação no Ormuz, do outro lado da península arábica, no âmbito da guerra no Oriente Médio.
Fonte: G1
Thabatta Pimenta (PV) foi eleita deputada federal pelo Rio Grande do Norte nas eleições desse…
A morte de uma jovem que trabalhava em um instituto de pesquisa sobre a peste…
A capa do Livro do Apocalipse (Livre de l'Apocalypse), criada pelo espanhol Salvador Dalí, foi…
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, culpou os ataques ucranianos a refinarias de petróleo…
A deputada federal eleita por Minas Gerais nesse domingo (4) Ana Elisa (PT) é a…
As principais empresas de inteligência artificial não sabem como impedir que seus sistemas desenvolvam objetivos…
This website uses cookies.