O problema já dura mais de 10 dias. Segundo a direção da maternidade, o problema foi identificado e começou a ser resolvido. A previsão dada é de que os atendimentos comecem a ser refeitos, de forma gradual, a partir dessa quinta-feira (11).
Com o problema, gestantes passaram a ser encaminhadas para outros hospitais, principalmente para o Santa Catarina, que é referência estadual em gestações de alto risco.
O hospital começou a receber essa demanda desde o dia 28 de novembro e precisou ter um remanejamento de escalas para lidar com a situação.
“O Santa Catarina hoje vive uma crise não causada por ele, mas ele tem dado a resposta necessária à crise que a Maternidade Escola Januário cicco tem enfrentado em virtude de suas instalações elétricas estarem com problemas importantes”, explicou o secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta.
“Hoje é o 13º dia que essa crise ocorre. O hospital tem feito um esforço gigantesco em tentar fazer uma gestão de fluxo de pacientes, garantindo com isso que as vagas estejam sempre disponíveis”, completou.
Por conta dos problemas, o Hospital Santa Catarina recebeu nesta semana uma vistoria do Conselho Regional de Medicina (Cremern), que identificou problemas como a falta de profissionais da saúde.
“O principal que observei isso foi a falta de recursos humanos da enfermagem, para fazer as equipes por exemplo para o centro cirúrgico, para a sala de parto, etc. Têm procedimentos atrasados pela falta de recursos humanos da enfermagem”, explicou a obstetra e conselheira do Cremern Maria do Carmo Lopes de Melo.
Segundo a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que administra a Maternidade Januário Cicco, a unidade deve retornar os atendimentos de forma gradual a partir desta quinta.
A direção informou ainda que o problema na rede elétrica foi identificado e começou a ser consertado.
Denúncias recebidas pela Inter TV Cabugi citaram ainda nesta semana, além dos problemas elétricos, que deixaram corredores às escuras e curto-circuitos ocorrendo, o aparecimento de ratos na unidade.
Na unidade, apenas a UTI-Neo seguiu funcionando em todos este período, sendo alimentado por um gerador no prédio.
“Tem chegado aqui vídeos, fotos da maternidade basicamente no escuro, apenas a UTI Neo com iluminação. Então a gente sabe que a falta de iluminação tem ali o risco de acidentes, dos trabalhadores acabarem sofrendo quedas, mas continuam relatos de curto-circuitos”, relatou o presidente do Sindicato Estadual dos Trabalhadores de Empresas Públicas de Serviços Hospitalares do RN, André Santos.
“A informação também dos próprios trabalhadores é de que no momento que o Corpo de Bombeiros esteve ali para fazer a verificação, houve ali também a questão de ratazanas. Então uma questão de insalubridade, que tem um grande prejuízo para os trabalhadores e para a sociedade em geral. Então não é só o risco de incêndio, de choques elétricos, tem toda essa situação que está ocorrendo”, completou.
Fonte: G1RN
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