O julgamento foi realizado nesta quinta-feira (18), em júri popular no Fórum Miguel Seabra Fagundes, na capital potiguar.
O crime aconteceu em 19 de novembro de 2024, por volta das 11h, no conjunto Potilândia, Zona Sul de Natal. O homem esfaqueou e arrancou a cabeça do pai em uma praça do bairro.
Em seguida, tentou fugir carregando a cabeça em uma mochila. Segundo a Polícia Militar, ele também portava um galão de gasolina e a faca usada no assassinato.
Moradores acionaram a PM, que encontrou o suspeito nas proximidades da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Durante a abordagem, ele resistiu e atirou rojões contra os policiais, que revidaram e o balearam na perna.
Ele foi preso em flagrante e levado para a Unidade de Pronto Atendimento de Cidade da Esperança, na Zona Oeste.
Após a prisão, a bolsa com a cabeça foi levada para junto do corpo da vítima, encontrado na praça Bauxita, próxima à marginal da BR-101. O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) e a Polícia Civil realizaram a perícia e iniciaram a investigação no local.
Na audiência de custódia realizada no dia seguinte ao crime, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. Na época, a Polícia Militar informou que vizinhos relataram desentendimentos frequentes entre pai e filho e que o homem já teria tentado matar o pai em outras ocasiões.
Fonte: G1RN
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