O casal, que é veterinário, foi parar no Oriente Médio após receber uma proposta para cuidar dos cavalos da família real do Catar. Nesse período, viram no dia-a-dia toda a preparação do país para o evento esportivo.
“Nós fizemos 10 anos num canteiro de obras, podemos dizer assim. Foram muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, desde obras de mobilidade, construção dos estádios, a expansão que é necessária no país como um todo pra poder receber esse evento, que é o maior evento do planeta”, contou Heron.
Isabelle contou que viu o país tentar se adaptar em vários aspectos às necessidades para receber a Copa do Mundo durante esse período.
“O país tentou se adaptar para receber o povo do mundo inteiro e tentar fazer o melhor, apesar dessas limitações geográficas, a distância, e também as limitações, devido a algumas diferenças culturais. Mas a gente consegue ver que quem já chegou aqui está aproveitando muito esse clima de Copa, muita gente na rua, todo mundo muito feliz, conseguindo ver o país de uma outra forma”, falou.
“As pessoas que não conhecem têm uma visão muito distorcida de todos os países orientais. Então isso é muito bom, poder mostrar que no Catar é bem diferente do que pensam”.
O casal está adaptado à vida no Catar. No país, Heron e Isabelle tiveram as duas filhas: Júlia, de 6 anos, e Manuela, de 5. Eles também adotaram a cachorra Maya, que recebeu esse nome na época por conta de uma indiana interpretada pela atriz Juliana Paes na novela Caminho das Índias.
Durante a Copa, a casa está ainda mais cheia, porque a família está recebendo a visita de parentes potiguares, que foram apoiar o Brasil na caminhada rumo ao hexa.
“O acolhimento foi perfeito, estou me sentindo em casa, no Brasil”, garantiu a juíza Gerana Veríssimo, que está hospedada no lar do casal com o marido Gilmar Veríssimo, que é tio de Isabelle.
Andando pelas ruas nesse período de Copa, Gilmar conta que sem sentido a animação da torcida brasileira e, principalmente, dos estrangeiros com o time canarinho.
“Onde a gente anda nas ruas é o mesmo clima, parece que a gente está no Brasil. O mesmo clima, estrangeiros com camisa do Brasil. Eles parecem mais animados que a torcida do Brasil, então a gente está se sentindo verdadeiramente em casa”, disse.
A casa da família está aberta para a parentes e o único pedido em contrapartida, a quem vem do Brasil, é o de levar comidas típicas, principalmente as nordestinas.
“A gente sempre traz, porque a gente vai uma vez ao ano, então todo ano a gente vem com as malas cheias de comida brasileira, porque aqui a gente não tem um farinha de mandioca, cuscuz, feijão igual ao nosso, tapioca. Ai sempre que vem alguém da família, a gente pede pra trazer mais, só pra manter o nosso estoque até a gente ir ao Brasil e trazer mais”, conta Isabelle.
Isabelle, o tio Gilmar e a esposa dele, Gerana, são de Mossoró e fazem uma comparação quanto ao calor sentido nos dois lugares. Enquanto os recém-chegados consideram que sentiram o ambiente “menos quente que Mossoró”, Isabelle alerta: “No verão aqui é bem mais quente”.
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