A Operação Lei Seca ganhou na quinta-feira passada veículos com tração nas quatro rodas para fiscalizar o trânsito na orla das praias mais movimentadas do Rio Grande do Norte. Hoje, o governo do Estado faz a entrega oficial desses quatro veículos, além de uma microvan com 16 lugares para abrigar condutores detidos durante as blitzen. Mas esses equipamentos são apenas parte dos 15 itens que o capitão Styvenson Valetim, coordenador da Operação Lei Seca, listou em maio deste ano como condição para permanecer à frente desse trabalho.
Dentre outros equipamentos, a lista de Styvenson continha um equipamento chamado de DrugsTest, capaz de identificar o uso de outros tipos de drogas em alguns segundos, câmeras portáteis, duas vans para utilizar como escritórios móveis e dois ônibus. Essa estrutura deveria servir para a operação em Natal e interior do Rio Grande do Norte.
No lugar dos ônibus para os detidos, veio uma microvan. Recentemente, a Operação Lei Seca também recebeu quatro notebooks para fazer o auto de infração virtual. “As pessoas reclamavam muito que demorava. O tempo para fazer o auto foi reduzido de 20 minutos para cinco. Agora, o condutor que estiver dirigindo sob influência de álcool também vai ter cinco minutos para apresentar um condutor habilitado para liberar o carro”, ressaltou Styvenson. As câmeras portáteis também não chegaram depois de oito meses de solicitação.
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