No momento em que o governo foi obrigado a acionar a pleno vapor as usinas termoelétricas para enfrentar uma das piores secas da história, o planejamento estratégico para a expansão dessa fonte de energia para os próximos dez anos sofreu uma reviravolta. O governo decidiu quintuplicar a expectativa de expansão de energia proveniente de térmicas na próxima década, segundo o novo Plano Decenal de Energia para 2014-2023 .
A projeção para o crescimento da matriz termo elétrica passou de 1,5 mil megawatts (MW), como constava do último plano, para 7,5 mil MW. A seca, que reduziu drasticamente os níveis dos reservatórios das hidrelétricas, reforçou a necessidade de ampliação da oferta de energia térmica, segundo estratégia traçada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Na contramão das térmicas e eólicas, a participação de hidrelétricas deve cair de 69% para 61% no período. O uso das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) ficará estável em 4%. Segundo a EPE, a eólica, junto com as hidrelétricas, não trará segurança para o sistema.
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