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Fundos DI devem render mais que a poupança até o fim do ano

O ciclo de aumento dos juros básicos da economia, através do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – Selic trará um pequeno alívio para os investidores que têm dinheiro aplicado em fundos DI, Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e títulos públicos pós-fixados, como as Letras Financeiras do Tesouro (LFT) até o fim do ano.

Essas são as aplicações que rendem mais quando os juros sobem e provoca uma mudança nos rendimentos da poupança. Os fundos DI devem voltar a ficar mais atraentes que a caderneta de poupança, inclusive para quem tem pouco dinheiro a investir, caso o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) eleve outras vezes a taxa até o fim do ano. A maioria dos economistas aposta que a Selic chegará ao fim do ano no patamar de 9,25% ao ano.

De olho nesse mercado, as instituições financeiras e companhias hipotecárias crescem seus investimentos e tem seus produtos valorizados com a alta dos juros. Na área de investimentos da Companhia Hipotecária Brasileira (CHB), os produtos acompanham o crescimento das taxas. Segundo o diretor comercial Moisés Jardim o rendimento das demais aplicações de renda fixa atreladas aos juros são as melhores opções de investimentos nessa atual fase da economia.

A LCI é uma das alternativas para quem quer ter boa rentabilidade, nessa fase atual é o que explica Moisés Jardim. “A CHB remunera a LCI com base na DI,  sendo essa uma aplicação de renda variável e com a alta dos juros se torna umas das mais atrativa do momento”,  enfatiza.

Os números já mostram que DI é uma aplicação que vem crescendo, só em setembro, a captação líquida foi de R$ 5,8 bilhões. O saldo entre aportes e resgates é o maior para o período, de janeiro a setembro, considerados os dados para uma janela de dez anos levantados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

E o mercado vai além. Prevê mais uma elevação no último encontro do ano, no mês de novembro, quando o Copom calibraria um ajuste de 0,25 pontos porcentual, para fechar 2013 com a taxa acomodada em 9,75% ao ano.

Ponto de Vista

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