A frota das empresas aéreas brasileiras encolheu pela primeira vez em 12 anos em 2016 e perdeu 50 aeronaves, segundo levantamento do realizado pelo portal de notícias G1 com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que consideram apenas o transporte aéreo regular. A redução da frota é consequência da recessão econômica, que esfriou a demanda por passagens aéreas e reverteu a trajetória de crescimento do setor.
As três maiores empresas aéreas – Latam, Gol e Azul – reduziram em 41 unidades suas frotas operacionais entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016. Essa foi a primeira redução de frota da história das três empresas no Brasil. A Avianca, quarta empresa no ranking nacional, foi a única que manteve sua frota estável, em 44 unidades.
Com menos aviões nas suas frotas, as empresas também encerram o ano com menos voos à venda. Juntas, as três maiores empresas cortaram 234 voos diários da malha aérea em um ano.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, a devolução das aeronaves foi o último passo de um processo de reestruturação do setor. A Abear representa as quatro maiores empresas aéreas brasileiras – Latam, Gol, Azul e Avianca -, que respondem por cerca de 99% do mercado brasileiro de aviação.
A demanda por transporte aéreo registrou 16 quedas mensais consecutivas até novembro do ano passado, último dado disponível, voltando ao nível de 2013, de acordo com dados da Anac.
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