A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mossoró, comandada pela Polícia Federal, prendeu 15 pessoas durante uma operação deflagrada na manhã desta terça-feira (29) contra integrantes de facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios do Rio Grande do Norte.
Os mandados da “Operação Rust” foram cumpridos em Mossoró, Grossos, Nova Cruz, Patu, Caraúbas, no Rio Grande do Norte, além de Palmas (TO) e São Paulo (SP).
Os policias buscavam cumprir 48 mandados judiciais, sendo 19 de prisão preventiva, 22 de busca e apreensão domiciliar e sete de bloqueio de contas.
Durante o cumprimento dos mandados judiciais, uma pessoa foi autuada em flagrante, pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, tráfico de entorpecentes e receptação.
Também foram apreendidas armas de fogo, munições, porções de maconha, crack, uma motocicleta e diversos aparelhos telefônicos.
Os detidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Mossoró e serão transferidos para o sistema prisional, onde ficarão custodiados, à disposição da Justiça.
“Os integrantes dessa facção agiam em dois núcleos. Um núcleo manuseando, traficando entorpecentes em comunidades em Mossoró; e o outro grupo cedendo armas de fogo para os integrantes da facção de modo a garantir a continuidade da traficância, bem como a ampliação do domínio da facção em outras áreas do município”, disse o delegado Marcuse Cabral, da Polícia Civil.
Entre os investigados estão duas mulheres, uma delas moradora de São Paulo, que seria responsável pela lavagem do dinheiro decorrente do tráfico de entorpecentes.
A outra é indicada como principal fornecedora de entorpecentes para os traficantes locais ligados facção criminosa em Mossoró, cujo cumprimento da prisão ocorreu em Palmas.
Segundo a polícia, para dissimular suas ações, a organização criminosa identificava os pontos de tráfico chamando os locais de “Lojas da Família”, ou simplesmente FM. Já as drogas eram chamadas pelos nomes de operadoras de telefonia.
Durante o período de investigação o grupo criminoso chegou a movimentar aproximadamente, a quantia de R$ 3 milhões. Os principais operadores do esquema, que também tiveram suas contas bloqueadas judicialmente, foram identificados e presos, segundo a Polícia Federal.
A investigação poderá resultar no indiciamento de 22 pessoas pela prática dos crimes de organização criminosa, tráfico e associação para o tráfico de entorpecentes, lavagem de dinheiro e crimes associados ao estatuto do desarmamento.
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