Nos anos noventa Gilber T transitava pelo rap e pelo haevy metal como vocalista da banda Tornado; em 2010, já em carreira solo, lançou “Eu não vou morrer hoje” onde flertou com a mistura folk, rock, rap e reggae. Agora, o cantor e compositor carioca se firma como uma das vozes da nova geração da soul e da black music. Atração do primeiro dia de shows no Festival Mada (24/10), quando divide o palco com o lendário Gerson King Combo, Gilber T afirma que “a chamada black music sempre esteve por ai, não definida por gênero, mas como algo natural que absorveu e influenciou vários outros estilos”.
Carro chefe da fase atual, a música “Dia Incrível” dá uma amostra da potência entre a parceria de Gilber T com King Combo – o vídeo clipe também conta com participação do rapper De Leve (RJ). “Sempre fui fã dele (King Combo), ia a muitos shows, sou amigos de músicos que tocam com ele e a amizade entre nós era questão de tempo. O engraçado é que ele tinha uma visão minha de roqueiro, e eu o achava um cara totalmente inserido e respirando funky. Até conversarmos sobre Beatles, Bobby Womack, Red Hot CHili Peppers”, lembra o artista carioca, que passou a ser convidado para participar de alguns shows do veterano.
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