O FBI, órgão equivalente à Polícia Federal dos Estados Unidos, investiga se um depósito feito a um ex-vice-presidente da Fifa dias depois do Catar ser escolhido sede da Copa do Mundo é um suborno para o país árabe sediar a mais importante competição entre seleções do mundo. O membro da entidade máxima do futebol é Jack Warner, caribenho e vice-presidente da Fifa na época da escolha do país árabe como sede. Ele teria recebido 2 milhões de dólares, sendo parte paga para seu filho e outra parte transferida para seus empregados.
O dinheiro vem de empresas ligadas a Mohamed Bin Hammam, ex-representante do Catar na Fifa e que era apoiado pelo ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) Ricardo Teixeira para a presidência do órgão maior do futebol. A suspeita é que o valor tenha sido pago em retribuição ao voto do cartola e à influência para que outros membros da entidade seguissem sua decisão. Os valores deveriam ser transferidos para um banco nas Ilhas Cayman, mas a instituição recusou o processo, então foi feita através de um banco em Nova Iorque, o que chamou a atenção das autoridades americanas. O FBI aguarda explicações.
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