A exposição “O Legado Suíço-Brasileiro na Amazônia: Arte, Ciência e Sustentabilidade”, promovida pela Embaixada da Suíça no Brasil e pelo Consulado-geral da Suíça no Rio de Janeiro, está aberta para a visitação do público, no Aeroporto de Natal, até o hoje, 30 de junho.
A mostra destaca as contribuições históricas da Suíça à preservação da biodiversidade amazônica, em especial por meio do trabalho do naturalista suíço Emílio Goeldi e do artista Oswaldo Goeldi, filho do cientista.
A mostra integra o programa Road to Belem, uma série de ações organizadas pelas representações suíças no Brasil com foco na COP 30, a conferência mundial sobre mudanças climáticas, que será realizada em novembro de 2025, em Belém, capital do Pará.
O acervo já foi exibido em Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis, Rio de Janeiro, Nova Friburgo e Natal, ressaltando a agenda de sustentabilidade e meio ambiente da Suíça no Brasil. A visitação à exposição é gratuita e aberta ao público diariamente, das 9h às 21h.
A exposição no Aeroporto de Natal contempla todos os públicos e já recebeu 3.500 visitantes. “Tivemos agendamento de escolas públicas e privadas também”, informou Lani Goeldi, curadora interinstitucional da exposição e bisneta de Emílio Goeldi.
O chefe de missão-adjunto da Embaixada da Suíça, ministro Pierre-Yves Morier, destacou que a exposição apresenta as distintas conexões que existem entre a Suíça e o Brasil, através da arte, da ciência e da sustentabilidade.
“Arte porque podem conhecer obras de grandes grafistas; ciência, porque Emílio Goeldi foi um naturalista suíço de grande importância mundial; e, finalmente, a sustentabilidade porque apresentamos o que a Suíça tem feito através de contribuições em vários projetos regionais para preservação do meio ambiente, como o Fundo Amazônia”, afirmou.
A exposição apresenta ilustrações de 337 espécies de aves amazônicas pertencentes ao acervo do Museu de História Natural de Berna, na Suíça, e incorpora tecnologia de realidade aumentada, oferecendo aos visitantes uma experiência imersiva e educativa.
O acervo artístico é complementado por 22 xilogravuras coloridas de flores brasileiras assinadas por Oswaldo Goeldi, reforçando o diálogo entre arte e ciência.
“Essa exposição não fala apenas de Emílio Goeldi, meu bisavô, nem somente das 337 aves retratadas por Ernst Lohse ou das flores gravadas por Oswaldo Goeldi. Ela fala de pertencimento, de raízes, de um Brasil que pulsa na biodiversidade e que encontra, na arte e no afeto, caminhos para se reconectar com sua própria história”, assinalou a curadora.
Depois de Natal, a exposição segue para Manaus, no Amazonas.
Fonte: G1RN
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