O ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró prestará esclarecimentos nesta quarta-feira sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela empresa. A audiência está confirmada na sessão de hoje da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, da Câmara Federal.
Ontem, a presidente da Petrobras, Graça Foster, participou de uma audiência, no Senado, para comentar denúncias de irregularidades na estatal. Ela confirmou que não foram passadas, em reunião do conselho da estatal, duas cláusulas do contrato com a empresa belga Astra Oil para a compra de 50% da refinaria de Pasadena, no Texas, Estados Unidos, em setembro de 2006. “O conselho de administração da Petrobras autorizou a compra de 50% da refinaria [em fevereiro daquele ano] baseado em um resumo executivo. Em nenhum momento, no resumo executivo, foram citadas duas variáveis, duas condições muito importantes”, disse.
As cláusulas em questão são a de Put Option (de saída, de obrigatoriedade de compra) e a de Marlim, como já havia sido comentado por um representante do conselho. A primeira, segundo Graça, confere ao detentor “o direito de vender o ativo sob condições previamente fixadas”. Já a de Marlim previa uma divisão dos ganhos entre ambas com a refinaria de Pasadena. “É obrigação de quem leva para a diretoria apontar os pontos fracos e frágeis da operação. Não há operação 100% segura. Não existe isso, imagino, em nenhuma atividade comercial e, certamente, não existe na indústria de petróleo e gás”, destacou
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