O secretário de Estado americano, John Kerry, disse ter provas de que forças do governo da Síria mataram 1.429 pessoas em um ataque com armas químicas na região da capital do país, Damasco, na semana passada. O presidente Barack Obama afirmou estar considerando uma resposta militar limitada sem o envolvimento de tropas terrestres. Em um discurso ontem (30), Kerry afirmou que entre os mortos estavam 426 crianças e disse que o ataque foi um “horror inconcebível”. Minutos após o pronunciamento, a Casa Branca publicou um Clique documento sobre o uso de armas químicos do governo sírio.
Mas algumas informações, segundo o secretário de Estado, só serão divulgadas a Congressistas americanos, “para proteger fontes e métodos”. O governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, negou ter realizado o ataque e culpou as forças rebeldes, que querem que ele deixe o poder. No entanto, durante seu pronunciamento, Kerry afirmou que o governo de Assad já usou armas químicas em diversas ocasiões neste ano e se referiu ao presidente sírio como “um bandido” e “um assassino”. Os Estados Unidos têm defendido uma ofensiva internacional na Síria para impedir que o governo de Damasco use armas químicas.
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