O estado de emergência começou a vigorar nesta segunda-feira (10) no Egito, um dia depois de duas explosões em igrejas cristãs deixarem pelo menos 44 mortos e 100 feridos no país, segundo a Reuters.
Um comunicado, divulgado nesta manhã, informou que a medida passou a valer partir de 13h (8h no horário de Brasília), mas ainda deverá ser aprovado pelo Parlamento em até sete dias para continuar válido.
A medida foi anunciada no domingo (9) em um comunicado televisionado do presidente Abdel Fattah al-Sisi, após os ataques, mas ainda está sujeita à aprovação parlamentar. O estado de exceção foi decretado em algumas ocasiões excepcionais em anos passados, depois que esteve em vigor de forma contínua entre 1981 e 2012, quando foi abolido ao calor da revolução egípcia de 2011.
Assim como no restante do mundo, os cristãos do Egito celebravam o Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa, quando ocorreram as explosões. O grupo radical Estado Islâmico reivindicou o atentado, por meio de sua agência de notícia, a Amaq.
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