A primeira descoberta de petróleo em águas profundas no Rio Grande do Norte, anunciada pela Petrobras na última terça-feira (17), levará de três a cinco anos para se refletir na produção do estado, que perdeu força. A análise é de especialistas como Francisco Wendell, coordenador do curso de Petróleo da Universidade Potiguar, mestre e doutor em Engenharia do Petróleo, e Jean-Paul Prates, diretor do Centro de Estratégias em Recursos Renováveis e Energia (Cerne), mestre em Economia e Regulação de Petróleo, Gás e Energia pelo Instituto Francês do Petróleo. Segundo eles, após a fase de descoberta, começam estudos para avaliar o tamanho da reserva e se sua exploração é viável do ponto de vista técnico e econômico.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,2890 DÓLAR TURISMO: R$ 5,4730 EURO: R$ 6,0690 LIBRA: R$ 6,4730…
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia enviar milhares de militares e considera uma…
O USS Gerald R. Ford, maior porta-aviões do mundo e usado pelos Estados Unidos na guerra contra o Irã,…
Uma pessoa morreu após a cabine de um teleférico despencar em uma encosta nevada na estação…
Já pensou poder descobrir se tem câncer de mama apenas com uma pequena amostra de…
A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nesta quarta-feira (18) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer…
This website uses cookies.