Apesar desse corte de custos, que é necessário para que a empresa faça frente ao recuo das receitas em função da renovação das concessões, a companhia ainda terá que buscar novas fontes para aumentar a receita. Nesse sentido, a meta é de elevar o faturamento em 30%, medida que pode até mesmo incluir a venda de ativos.
De acordo com o ex-presidente da AES Eletropaulo e que agora atua como consultor, Eduardo José Bernini, da Tempo Giusto, as empresas envolvidas terão mesmo que se desfazer de ativos que não sejam estratégicos para compensar a redução de receitas, ainda mais agora que serão, como classificou, “meros prestadores de serviços públicos”.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 4,8930 DÓLAR TURISMO: R$ 5,0960 EURO: R$ 5,7660 LIBRA: R$ 6,7020 PESO…
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