Oito meses após o mais sangrento episódio da história do sistema prisional potiguar, ainda não há qualquer expectativa de quando os responsáveis pela matança de 26 presos dentro do maior presídio do Rio Grande do Norte serão punidos. Na última sexta-feira (15), diante da necessidade de mais tempo para apontar que foram os mentores e os executores do chamado ‘Massacre de Alcaçuz’, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) solicitou um prazo maior para concluir o inquérito.
“Não estabelecemos o prazo no pedido. Quem define é o Poder Judiciário”, pontuou Marcos Vinícios, responsável pelas investigações. Ainda de acordo com o delegado, o que se tem de concreto até o momento é o indiciamento, por homicídio, de cinco presos.
Vale lembrar que outros 111 detentos chegaram a ser indiciados por danos ao patrimônio público – uma vez que grades foram arrancadas das celas, paredes derrubadas e pavilhões incendiados – mas o processo acabou arquivado por ausência de elementos que atestassem a materialidade e indícios de autoria.
Apontados como chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção rival do Sindicato do Crime do RN, os cinco detentos indiciados foram retirados de Alcaçuz ainda em meio ao calor das rebeliões e transferidos no final de janeiro para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia.
Fonte: G1RN
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