Embora esteja afastado do mandato parlamentar, o agora ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) continuará sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) porque a decisão liminar concedida pelo ministro Teori Zavascki não anula o direito dele ao foro privilegiado. Se não for cassado, Cunha continuará sob a alçada do STF. Ele responde a uma ação penal por ter recebido 5 milhões de dólares em propina em contratos de navio-sonda da Petrobras e é alvo de quatro outros inquéritos – por camuflar propina em contas secretas na Suíça, por pedir propina para viabilizar o projeto do Porto Maravilha, esquema delatado pelos empresários Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, e, a partir do final de abril, por causa de evidências de corrupção passiva e lavagem relacionados à sua conduta como parlamentar.
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