Interessada na exploração de gás não convencional, a Petrobras decidiu não se desfazer totalmente dos ativos na Argentina. Ficou com 33,6% da concessão de Rio Neuquén. Em 2014, quando começava a enfrentar o escândalo de corrupção que deflagrou a Lava Jato, a Petrobras anunciou, na Argentina, a intenção de investir em Neuquén mais de US$ 600 milhões na perfuração de poços para encontrar o chamado “tight gas”, encontrado em formações pouco permeáveis. Em Buenos Aires, pessoas do setor comentam que a brasileira tomou atitude semelhante à de uma pessoa que se desfaz de seu patrimônio, mas não abre mão de ficar com o que mais gosta. A concessão de Rio Neuquén, que leva o nome da cidade economicamente mais importante da Patagônia argentina, é considerada “uma joia”. O banco J.P. Morgan, por sua vez, acredita que a Petrobras excluiu o Rio Neuquen da venda anunciada para, posteriormente, vender separadamente o ativo no futuro.
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