O Sítio Arqueológico Lajedo de Soledade, localizado em Apodi, foi oficialmente reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Norte.
A lei foi sancionada pela governadora Fátima Bezerra (PT) no último dia 13 de janeiro e publicada no Diário Oficial do Estado.
A proposta inicial foi apresentada em 2021 pelo ex-deputado Albert Dickson e retomada em 2023 pelo deputado Neilton Diógenes, até sua aprovação final.
Para Zacarias Targino, diretor executivo da Fundação Amigos do Lajedo de Soledade (FALS,) o reconhecimento é uma conquista importante.
“Para o Lajedo, é mais uma conquista, também para a FALS, que cuida do sítio arqueológico, da manutenção e preservação. Esse ano, a fundação vai completar 34 anos, e acreditamos que será um ano de muitas realizações. Esse reconhecimento do governo do estado é fruto de uma série de trabalhos desenvolvidos pela diretoria”, afirmou.
Zacarias também destacou que a fundação já deu início ao processo para que o Lajedo de Soledade seja reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.
“Demos entrada nessa solicitação há dois anos e agora vamos iniciar o processo. Já tivemos conversas com a Governadoria, Assembleia Legislativa, algumas instituições e o próprio Iphan. Esse processo deve levar de três a cinco anos, mas o mais importante é o trabalho e as ações que precisam ser desenvolvidas para conquistar essa chancela”, explicou.
O Lajedo de Soledade é um sítio arqueológico localizado no município de Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte. Conhecido por suas formações rochosas únicas e inscrições rupestres, o local é considerado um dos mais importantes sítios arqueológicos do país.
Encontra-se a cerca de 350 quilômetros de distância da cidade Natal, a capital do estado, e a menos de 80 quilômetros da cidade de Mossoró.
Com milhões de anos de formação, o lajedo é composto por rochas calcárias esculpidas pela ação do vento e da água. Além disso, o sítio abriga pinturas rupestres deixadas por povos pré-históricos que habitaram a região, tornando-se um ponto de grande interesse para arqueólogos, historiadores e turistas.
O local também é sede do Museu do Lajedo de Soledade, que preserva artefatos encontrados na área e oferece informações sobre a geologia e a ocupação humana do local.
O lajedo é gerido pela Fundação Amigos do Lajedo de Soledade (FALS), que promove ações de preservação e conscientização ambiental.
Para visitar o sítio, é preciso agendar previamente através do link.
Fonte: G1RN
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