Depois de um longo tempo, o Egito reabriu suas famosas pirâmides de Gizé ao público, nessa quarta-feira (01). A iniciativa busca reiniciar a indústria do turismo, vital para o país, atingido em cheio pela pandemia do novo coronavírus. Embora muito animados, poucos turistas tiravam selfies enquanto passeavam pelo local de camelôs, pelo cartão postal mais emblemáticos do Egito. De toda foram é um início, as pirâmides, juntamente com o museu do Cairo, atrações do país a serem abertas e que as autoridades egípcias esperam que os turistas voltem a voar para o país dos faraós. Obviamente quando os voos internacionais sejam normalizados. Lá, no Egito, por exemplo, desde terça-feira (30) as atividades foram retomadas no Cairo, mas ainda de forma muito pequena. O Egito é o país árabe mais populoso e aplicou um toque de recolher noturno de três meses, após o primeiro caso do novo coronavírus, que foi registrada no dia 14 de fevereiro. Sendo assim, o governo fechou museus, sítios arqueológicos, além de lojas, cafés e restaurantes, para conter o surto do covid-19. O Egito registrou mais de 68.000 casos e quase 3.000 mortes durante a pandemia. E se existiu um país que sofreu com a ausência do Egito, este país foi o Egito, pois desde 2011 quando o ditador Hosni Mubarak foi deposto na primavera árabe, o país entrou numa resseção jamais vista e ao se recuperar, veio a pandemia para acabar de uma vez com o turismo do país.
Mário Roberto Melo – (Correspondente do Blog Ponto de Vista, em Tel Aviv, Israel)
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