Os radicais do Estado Islâmico continuam destruindo os monumentos históricos e antigos em Palmira, que fica no centro da Síria, quando da conquista territorial até a expulsão pelo regime de Assad. Segundo as fontes locais, o Dash, como o EI é conhecido na região, destruiu o Tetrápilo, monumento de dezesseis colunas, que tinha sido construído no final do seculo III, e que eram feitas com granito importado do Egito. Eles também destruíram o Teatro Romano, que é datado do primeiro século e tem nove fileiras de arquibancadas, no qual os extremistas terroristas fizeram a execução dos inimigos, em público. Segundo a Direção Geral de Antiguidades, os danos foram causados de propósito, entre 26 de dezembro e 10 de janeiro último. A UNESCO já afirmou que a destruição do Tetrápilo se constitui num novo crime de guerra, que significa uma imensa perda para o povo sírio e para a humanidade. Esse novo golpe contra essa herança cultural demonstra claramente a limpeza cultural que o Estado Islâmico quer efetuar, apagando o passado da Síria, bem como da própria humanidade. O mundo deveria fazer mais para exterminar esse grupo islâmico terrorista, para que se evite a ocorrência de maiores calamidades no futuro.
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