Cientistas da Universidade de Princeton, nos EUA, usaram a técnica de impressão em 3D para criar uma orelha composta de células de cartilagem, um tipo de polímero e nanopartículas eletrônicas capaz de captar frequências num espectro mais amplo que o ouvido humano.
Com uma impressora 3D comum, capaz de criar objetos tridimensionais por meio da aplicação de finas lâminas de matéria-prima, os estudiosos depositaram células de bezerro sobre uma base de material polimérico. As células viraram cartilagem. Simultaneamente, a impressora inseriu partículas de prata na estrutura, formando uma antena capaz de “ouvir” variadas frequências.
Os pesquisadores, liderados por Michael McAlpine, iniciaram a pesquisa porque a orelha é uma das estruturas mais difíceis de recriar por meios cirúrgicos. O modelo criado na universidade americana ainda precisa de mais testes para poder ser de fato usado.
Mas, na opinião dos autores da pesquisa, publicada na revista “Nano Letters”, a técnica é promissora para a substituição de órgãos humanos com problemas ou mesmo para a criação de partes corporais artificiais com capacidades que excedem as naturalmente e encontradas.
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,2340 DÓLAR TURISMO: R$ 5,4290 EURO: R$ 6,0620 LIBRA: R$ 7,0780 PESO…
O patrimônio declarado pelo candidato Tércio Tinoco (União Brasil) à Justiça Eleitoral cresceu 49,6% em dois anos.…
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta sexta-feira (14) uma operação…
1- O América-RN anunciou nessa quinta-feira (13) que concluiu a negociação do atacante Caio Assis…
O patrimônio declarado pela candidata Rosália Fernandes (PSTU) à Justiça Eleitoral cresceu 216,7% em quatro anos. De acordo com…
O patrimônio declarado pela candidata Zenaide Maia (PSD) à Justiça Eleitoral caiu 26,2% em oito…
This website uses cookies.