O mais recente Boletim da Balneabilidade das praias do Rio Grande do Norte aponta que 15 dos 33 trechos analisados estão impróprios para banho. Este é o maior quantitativo de praias classificadas como impróprias desde o início do monitoramento há mais de 20 anos.
Os dados foram divulgados pelo Programa Água Azul na última sexta-feira (8). Um novo boletim deve ser publicado na noite desta sexta-feira (15), com a atualização dos pontos.
Apesar das chuvas e alagamentos que foram registrados desde o início do mês de julho serem os principais fatores para o aumento de pontos impróprios, o coordenador do Programa, Ronaldo Diniz, diz que outros elementos também contribuíram para o quadro.
“Falta de saneamento, aspectos sociais. Mas as chuvas foram os principais fatores, pois as águas vieram lavando diversos locais, trazendo a sujeira para os reservatórios”, diz o especialista.
O estudo é realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) e Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) analisa a quantidade de coliformes termotolerantes encontrados nas águas.
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