Aviões militares dos dois países sobrevoaram juntos o Mar do Japão e o Mar da China Oriental, disse a mídia estatal russa. As manobras tinham por objetivo patrulhar a região, onde os Estados Unidos têm realizado exercícios conjuntos com a Coreia do Sul nos últimos meses.
O Ministério da Defesa russo afirmou que as aeronaves não violaram nenhuma lei internacional e nem invadiram o espaço aéreo do Japão ou de qualquer outro país.
O governo japonês ainda não havia se manifestado sobre o episódio até a última atualização desta notícia.
O Mar do Japão abrange as costas das Coreia do Sul e do Norte e do Japão, além de parte da ponta sudeste da Rússia. Já o Mar da China Oriental é costeado pelas ilhas do sul do Japão e da Coreia do Sul, por parte de Taiwan e do extremo leste da China.
Até a última atualização desta notícia, os dois países ainda não haviam especificado em que trechos ocorreram os sobrevoos, nem quantos aviões fizeram o sobrevoo e que tipo de aeronave eram.
Os sobrevoos, ainda segundo o Ministério da Defesa russo, são parte de um “plano de cooperação militar anual” – em agosto, a China enviou tropas à Rússia para exercícios terrestres conjuntos.
Mas as ações acontecem no momento em que Estados Unidos também realizam uma série de manobras na região em conjunto com a Coreia do Sul, em uma tentativa do presidente norte-americano, Joe Biden, de retomar a influência de seu país na região.
O plano, porém, gerou fortes reações tanto da Coreia do Norte – que fez suas próprias manobras em resposta – quanto da própria China.
Em setembro, Pequim e Washington travaram um dos principais conflitos diplomáticos entre os dois países em décadas por conta de uma viagem da presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi a Taiwan, que a China considera parte de seu território. O governo chinês lançou uma série de manobras sobre a ilha em resposta.
Dois meses depois, no entanto Biden e o presidente chinês, Xi Jinping, se encontraram durante a cúpula do G20, na Indonésia, em tom conciliatório. Foi a primeira vez que os dois se reuniram como líderes de seus países.
Em paralelo, o governo chinês tem mostrado apoio à Rússia, com quem ensaia uma aliança regional. Pequim foi criticada este ano pela comunidade internacional por nunca ter condenado a invasão da Rússia à Ucrânia, em fevereiro.
Fonte: G1
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