Russian President Vladimir Putin looks on as he visits an exhibition about Russian emperor Peter the Great at the Grand Trianon following a meeting with his French counterpart at the Versailles Palace, near Paris, on May 29, 2017. Macron hosts Russian counterpart Vladimir Putin in their first meeting since he came to office with differences on Ukraine and Syria clearly visible. / AFP / POOL / Etienne LAURENT
Uma mistura de condenação e preocupação deu o tom nas declarações de russos e chineses, que têm afinidades políticas e, especialmente, militares com os iranianos. Nos últimos dias de 2019, as três Marinhas fizeram exercícios conjuntos com navios de guerra no Oceano Índico e Golfo de Omã, no Oriente Médio. O treinamento aconteceu no local onde os iranianos apreenderam um petroleiro britânico em 2019.
Depois os testes, autoridades militares do Irã disseram que os exercícios representavam que Teerã, Pequim e Moscou tinham uma relação significativa, relação com reflexos diretos no equilíbrio de forças da região.
A Rússia dá sustentação política ao regime do ditador sírio Bashar al-Assad, que também é aliado do Irã. O governo russo chamou o ataque americano de passo imprudente. O Ministério das Relações Exteriores do país declarou que ações como esta não criam soluções, pelo contrário. Segundo o Kremlin, o presidente Vladimir Putin, numa conversa por telefone com o presidente francês Emmanuel Macron, disse que a morte de Soleimani agrava seriamente a situação na região.
A China é compradora de óleo iraniano, apesar das sanções comerciais impostas pelos Estados Unidos. Também tem interesse em cooperação no programa nuclear.
Nesta sexta-feira (3), o porta-voz do Ministério de Assuntos Estrangeiros chinês declarou que o país sempre se opôs ao uso da força para a solução de conflitos internacionais e que as resoluções da ONU precisam ser respeitadas. E que a estabilidade no Oriente Médio deve ser mantida. O comunicado fez pedidos aos dois lados, mas ressaltou que sobretudo os Estados Unidos devem se manter calmos para evitar o aumento nas tensões.
Fonte: G1
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