Um grupo de trabalho formado por técnicos de vários órgãos, entre eles, da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), prefeituras e Governo do Estado, deve concluir até maio o projeto de expansão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) até o Aeroporto Iternacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. A ideia é apresentar o projeto no PAC 3. O custo estimado é de R$ 250 milhões e compreende a aquisição de cinco novas composições.
tema foi discutido ontem em em reunião com o superintendente da CBTU, João Maria Cavalcanti, o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado;os secretários de Infraestrutura e Turismo do Estado, Jader Torres e Ruy Gaspar; o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT), Walter Fernandes; o superintendente da Inframérica, Ibenor Gomes; Adriano Gadelha, representando da senadora Fátima Bezerra; o deputado Fernando Mineiro; o representante do vereador Eraldo Paiva e o professor da UFRN, Enilson Medeiros.
O trecho que vai de Extremoz ao aeroporto, chamado de linha roxa, faz parte da terceira etapa de um projeto macro iniciado em 2013, com a modernização da rede ferroviária. A segunda etapa do projeto contempla um anel ferroviário metropolitano no interior da cidade, tendo uma linha que vai até o Campus da UFRN.
De acordo com o superintendente da CBTU, João Maria Cavalcanti, a terceira fase – a que contempla Extremoz, São Gonçalo e Macaíba – foi dividida em linhas Norte e Sul. A parte que deve ser incluída no PAC 3 é a Norte. A antecipação da etapa se deu, principalmente, pelo alto número de pessoas que o VLT beneficiará na região.
“Deixamos claro que nada impediria que as etapas fossem feitas em outra ordem de prioridade. Ia depender da demanda que fossem surgindo dos parceiros. Sabemos que envolve toda uma logística do Governo do Estado, das Prefeituras”, disse, ao ressaltar que o estado será o primeiro do Brasil a ter aeroporto com VLT.
A estrada, com cerca de 17 quilômetros, reúne um conglomerado de grandes fábricas, que juntas contêm 13.700 funcionários, pela soma do representante da CBTU. Em cinco anos, estima-se que o número de moradores chegará a 60 mil. A isso se acrescenta a média de 7.500 passageiros por dia do aeroporto, além dos seus 3 mil funcionários. “A demanda é importante, já que tem muitas fábricas e perspectivas de novos condomínios”, justifica João Maria Cavalcanti.
Hoje, três VLTs trafegam entre Ceará-Mirim, Natal e Parnamirim, em 24 viagens diárias, junto com uma locomotiva antiga, que deve parar de viajar em breve. A demanda diária chega a mais de 10 mil passageiros. A Companhia espera a chegada de outras nove máquinas, além das cinco que serão incluídas no projeto que contempla o Aeroporto. Ainda para 2015, devem ser construídas quatro estações ferroviárias: Soledade, Norte Shopping, Quintas e Nordeste, e modernização da estação da Ribeira. Atualmente, apenas duas linhas de ônibus da empresa Trampolim faz rota de Natal até o aeroporto. A “R” passando pelo shopping Midway Mall, e a “S”, que passa pela Avenida Rio Branco. As passagens custam R$ 2,50.
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