A campanha nacional de vacinação contra a gripe está a apenas uma semana do fim. E a população brasileira não está se vacinando: a adesão tem estado muito baixa em todas as partes do país. Até o momento, apenas pouco mais de 37% do público-alvo já se vacinou.
A vacina da gripe protege contra as principais cepas do vírus da influenza. Ela é anualmente atualizada para uma proteção eficaz. A dose, então, é fundamental para evitar casos graves e mortes. Todos os brasileiros acima de seis meses de idade podem se vacinar.
Por enquanto, não há previsão de prorrogação da campanha de vacinação contra a gripe, iniciada em abril. O Ministério da Saúde anunciou que distribuiu mais de 80 milhões de doses da vacina trivalente produzidas pelo Instituto Butantan. E pediu que os estados e municípios adotem estratégias para fazer as pessoas se vacinarem.
Em 2019 e 2020, a campanha de vacinação atingiu mais de 90% de adesão da população. Nos últimos anos, no entanto, o índice despencou, ficando até abaixo de 70% em 2022 – a doença provocou mais de 1.600 mortes em todo o país.
A aposentada Marina dos Santos Lunard, de74 anos, está dando exemplo. Ela já tomou a vacina contra a gripe. E por fazer parte do grupo prioritário, ela sabe que agora, sim, ela está protegida.
“Se a gripe te pegar? Ela vem, encosta em mim e diz: ‘Ah, a Maria não vai dar colher de chá pra gente não’, e aí vai logo embora”, sorri a idosa.
O também aposentado Paulo Monerat do Valle, de 82 anos, não vê motivos para que as pessoas deixem de se imunizar.
“Eu acho que a falta de tomar vacina a meu ver é pouco inteligente. Só faz bem. Não tem razão para não tomar”, opina.
No Rio de Janeiro, a imunização contra a gripe chegou a apenas 25% do público-alvo. O pior estado brasileiro, por sua vez, é o Acre, com 15%. Para isso, ações especiais estão sendo tomadas, como a vacinação no metrô, no Rio, e a abertura dos postos até aos domingos, como em Belo Horizonte.
A estudante Samara, de 20 anos, correu para se vacinar logo nos primeiros dias de campanha. E não entende por que as pessoas não querem se imunizar.
“Não tem por que a gente fugir de uma coisa que está sendo oferecido para a gente e que a gente tem direito. Agora a gente está sendo muito exposto ao vírus. É muita virose. É proteger quem a gente ama, não só a gente. É uma questão de cuidado próprio e coletivo”, diz a estudante.
Fonte: G1
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