O impasse na relação entre o governo e os deputados paralisou os trabalhos da Câmara mais uma vez. Depois de reunir os líderes, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), desistiu de colocar as medidas provisórias em votação na sessão de ontem, prevalecendo a posição da grande parte da Casa de não votar nada enquanto a presidente Dilma Rousseff não liberar recursos para obras nos municípios incluídas nos orçamentos, de 2012 e anos anteriores, por meio de emendas parlamentares.
A obstrução das votações é puxada pelos partidos de oposição – PSDB, DEM e PPS -, mas é integrada também pelos governistas. Mesmo com maioria folgada, sem a liberação de emendas, o governo não vem conseguindo mobilizar sua base para votar. Os deputados cobram o cumprimento do acordo feito pelos interlocutores do governo no mês passado, com o aval do presidente da Câmara.
“O parlamento está preso à lógica do toma-lá-dá-cá, do clientelismo. Ou paga as emendas ou não se vota nada”, criticou o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Ele avaliou que o governo alimenta essa lógica, tratando as emendas parlamentares como combustível, mas promete e não cumpre. “É o rebaixamento da política. É o rebaixamento do Parlamento”, sentenciou. Alencar afirmou que essa relação sujeita ao mercado de emendas equivale a um “ovo da serpente” do mensalão. O governo assumiu o compromisso, com deputados da base e da oposição, de liberar recursos de orçamentos de anos anteriores para obras nos municípios, muitas delas já iniciadas.
Fonte: Tribuna do Norte
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