Pena consumada. O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos foi executado através de fuzilamento no horário das 15h40min, horário de Brasília. Além de Marco, outros cinco homens foram condenados ao fuzilamento por tráfico de drogas.
A morte foi confirmada por um médico após 12 homens do pelotão de fuzilamento terem atirado. Nem todas as armas estava carregadas e por isso, os policiais não sabem quem atirou e quem não o fez.
Marco Archer entra para a história brasileira como o primeiro brasileiro executado através de pena de morte no mundo.
Marco trabalhava como instrutor de voo livre e foi preso em agosto de 2003, quando tentou entrar na Indonésia, pelo aeroporto de Jacarta, com 13,4 quilos de cocaína escondidos em uma asa-delta desmontada em sete bagagens. Archer confessou o crime e disse que recebeu US$ 10 mil para transportar a cocaína de Lima, no Peru, até Jacarta. No ano seguinte, foi condenado à morte.
De 2004 a 2014, Marco foi beneficiado por um acordo entre os países e por isso não havia sido executado. Com o novo presidente, a condenação de Marco voltou para a lista de execuções.
Ontem, o presidente indonésio, Joko Widodo, negou pedido de clemência feito pela presidenta Dilma Rousseff. O presidente Lula já havia enviado duas cartas pedindo clemência durante seu governo, enquanto Dilma enviou quatro.
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