O governo da Indonésia confirmou, nesta segunda-feira, que as nove pessoas condenadas à morte no país, incluindo o brasileiro Rodrigo Gularte, serão executadas nesta semana.
O momento exato das execuções será anunciado na terça, informou um porta-voz do procurador-geral da Indonésia.
Gularte, condenado por tráfico de drogas, está no corredor da morte ao lado de cidadãos de Austrália, Filipinas, Nigéria e da própria Indonésia.
Ele pode se tornar o segundo cidadão brasileiro a ser executado na Indonésia este ano após o fuzilamento de Marco Archer, em janeiro, também condenado por tráfico de drogas.
O governo da Indonésia rejeitou pedidos de clemência do Brasil e de outros governos por seus cidadãos condenados à morte.
Marco Archer
No dia 18 de janeiro a Indonésia executou seis pessoas, entre elas Marco Archer (o primeiro brasileiro a ser executado por pena de morte no exterior).
O Brasil, assim como a Holanda – que também teve uma pessoa executada -, reagiu com uma convocação para consultas de seus embaixadores.
A presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou em um comunicado que estava “consternada e indignada” com o fuzilamento, que traria consequências para as relações bilaterais.
As execuções de janeiro foram as primeiras desde a chegada ao poder, em outubro do ano passado, do presidente Widodo. Ele colocou em prática o discurso que sustentava durante a campanha eleitoral.
“Não haverá clemência para os narcotraficantes”, afirmou Widodo pouco depois de assumir o cargo.
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