O Brasil tem o segundo maior número de estudantes com baixa performance em matemática básica, ciências e leitura em uma lista de 64 países de todo o mundo. O País também está entre os dez mais desiguais do mundo no que diz respeito à diferença de desempenho entre estudantes de classes sociais altas e baixas. As conclusões constam de uma análise sobre qualidade da educação de jovens publicada ontem pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris. O relatório, intitulado “Alunos de baixo desempenho: por que ficam para trás e como ajudá-los?”, baseia-se em dados de 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), da própria organização. Cerca de 12,9 milhões de estudantes com 15 anos de idade – de um total de 15,1 milhões que compõem o universo do estudo – não têm capacidades elementares para compreender o que leem, nem conhecimentos essenciais de matemática e ciências. Destes, 1,1 milhão são brasileiros. Dos 64 países analisados, o Brasil ficou atrás apenas da Indonésia, que tem 1,7 milhão de estudantes com baixo desempenho.
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