Menos de uma semana após o IBGE confirmar que o país mergulhou numa recessão técnica entre janeiro e junho, o Banco Central ignorou a debilidade do quadro econômico e, contrariando os anseios do próprio governo, resolveu ontem manter inalterada a taxa básica de juros. Em decisão unânime os integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom) mantiveram a taxa Selic em 11% ao ano. Com a decisão, o Brasil continua campeão internacional no ranking de juros reais elevados, à frente de países como China, Índia e Rússia. Enquanto na maior parte do mundo os juros básicos caíram para perto de zero, nos mercados emergentes vale a receita de sempre: elevar o custo do dinheiro para segurar a inflação e, de quebra, atrair investidores de curto prazo, acenando com as taxas nas alturas.
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