A situação do setor elétrico brasileiro, com as hidrelétricas operando com baixa capacidade e a necessidade de despacho das térmicas para complementação da demanda por eletricidade, tornam a discussão cada vez mais atual sobre a participação do gás natural na matriz. O tema foi discutido durante o terceiro dia do Rio Oil & Gas, realizado no Rio de Janeiro. Para Marcelo Cruz Lopes, da Petrobras, o desafio é o de gerir a volatilidade desse mercado. Ele lembrou que o País ainda precisa de expressivos volumes de importação para suprir a oferta de gás natural no Brasil. Mesmo com as descobertas do pré-sal, o Brasil continuará sendo importador de gás até 2030, seja GNL, seja da Bolívia.
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