(Brasília - DF, 08/01/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante reunião do Conselho de Governo. Foto: Alan Santos/PR
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (9) que vai anunciar na quarta (10) a implementação do 13º salário no programa Bolsa Família.
Bolsonaro fez um discurso durante um evento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em Brasília. A plateia era formada, em grande parte, por prefeitos de todo o país.
“Nós somos defensores do Bolsa Família. Tanto é que anunciaremos o 13º amanhã (quarta)”, afirmou o presidente. “Mas o que tira o homem da situação difícil que se encontra, ou a mulher, é o conhecimento”, completou.
Incluir o 13º no pagamento do programa social era uma promessa de Bolsonaro desde a campanha eleitoral do ano passado.
O Bolsa Família é concedido a famílias que têm renda mensal por pessoa de até R$ 89, além daquelas com renda familiar mensal de até R$ 178 por pessoa e que tenham integrantes gestantes, crianças ou adolescentes.
O valor que cada beneficiário recebe varia de acordo com o número de pessoas na família, a idade de cada um e a renda declarada. Atualmente, o programa de transferência de renda do governo federal beneficia 13,7 milhões de família.
O Bolsa Família custou ao governo, em setembro, R$ 2,5 bilhões. O valor médio do benefício é de R$ 188,78.
No discurso para prefeitos, Bolsonaro falou também sobre a reforma da Previdência. Ele citou uma frase do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que discursou no evento pouco antes. Maia disse que não “tem prazer” em reformar a Previdência, mas é obrigado a isso, diante da situação do país.
“Temos uma encruzilhada pela frente. Como disse o Rodrigo Maia aqui, gostaríamos de não ter que fazer a reforma da Previdência, mas somos obrigados a fazê-la”, disse Bolsonaro.
“Nessas minhas recentes andanças pelo mundo, EUA, Chile e Israel aguardam uma sinalização nossa, que nós podemos dá-la ao mostrar que queremos equilibrar as nossas contas, que nós temos responsabilidade”, completou.
Para Maia, se a reforma não for aprovada, políticos não conseguirão mais sair à rua, porque estados e municípios perderão o controle das contas públicas.
“Alguém acha que cada um de nós tem um prazer enorme de votar a reforma da Previdência, como se fosse uma grande agenda de futuro para o Brasil? Não. A reforma da Previdência vem organizar o que foi construído ao longo dos últimos anos. E que, se nada for feito em relação à Previdência, que também impacta estados e municípios, nenhum de nós, políticos, vai conseguir sair na rua nunca mais”, disse o presidente da Câmara.
Fonte: G1
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