Um estudo apresentado nesta sexta-feira no encontro anual do Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia (ACCAI, sigla em inglês), na Califórnia, Estados Unidos, mostrou que as diferenças entre o iPhone e o Blackberry vão além das tecnológicas. Segundo a pesquisa, o Blackberry e outros modelos mais simples de celular contêm substâncias químicas que podem desencadear reações alérgicas na pele. Esses compostos, por outro lado, não estão presentes no produto da Apple.
A pesquisa, desenvolvida por membros do próprio ACCAI, analisou a composição dos smartphones mais populares no mercado americano e observaram se os produtos continham cobalto ou níquel. Essas duas substâncias, presentes em produtos como bijuterias, lâminas de barbear, armações de óculos, maquiagem e esmaltes, podem provocar reações alérgicas na pele, causando vermelhidão, inchaço, coceira, bolhas e lesões cutâneas. Segundo os pesquisadores, a alergia a níquel é uma das reações mais comuns do tipo, atingindo 17% das mulheres e 3% dos homens.
De acordo com Tania Mucci, médica alergista e uma das autoras do estudo, um terço de todos os Blackberrys analisados continha níquel. Entre os smartphones mais simples, 91% continham níquel e 52%, cobalto. Nenhuma dessas duas substâncias foi encontrada nos iPhones. “Pacientes com alergia a níquel e cobalto devem considerar o uso de iPhones para reduzir a chance de ter uma reação alérgica. Por outro lado, os usuários de BlackBerry que costumam apresentar alergias na pele devem evitar conversas prolongadas ou mexer por muito tempo no telefone se começarem a perceber as reações”, diz Luz Fonacier, outro autor da pesquisa.
Fonte: Veja
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