BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL –
A gnose humana desde imemoriais tempos foi sendo sedimentada em espaços geográficos do orbe, acompanhando os apogeus das civilizações.
Verdadeiras ilhas culturais fixadas pelos pergaminhos, tijolos mesopotâmicos com seus dizeres cuneiformes, inscrições rupestres, papiros, livros, manuscritos; enfim, um suceder das ideações com suas representações gráficas.
A pintura antecedeu o universo antropomórfico, avizinhando-se, milênios após, à criação da fotografia, sob inspiração da genialidade de Joseph Nicéphore Niépce, por volta de 1820, em França.
Antes, usávamos a monumentalidade da estatuária e edificações pétreas, visando redimensionar os fatos e atos na esteira dos milênios.
Desta forma, os gentios da ancestralidade, séculos e mais séculos, deixaram-nos mausoléus, zigurates, pirâmides, esfinges, tótens, torres, faróis, obeliscos cujas ruínas e escombros permitem-nos dimensionar grandezas e níveis de poder.
Sem dúvida, o advento da roda foi uma fantástica criação humana, geradora de engenhos e desenvolvimentos de ordem geral.
A inventividade de Arquimedes de Siracusa, na Grécia Antiga, alavancou a Ciência com conhecimentos e constatações cerebrais, imutáveis, até nossos tempos.
Eureka – eu encontrei!
A internet, desde 1990, surgida pelas mãos do cientista da Universidade de Oxford, Tim Berners-Lee, transformou o planeta Terra numa aldeia global, como afirmou Mac Luhan, redimensionando a comunicabilidade dos seres em patamar da instantaneidade e do tempo real.
Desde a Biblioteca de Alexandria e de outras tantas similares, verdadeiros depósitos dos registros de culturas imemoriais, o conhecimento humano tem novo senhorio mandamental, na criação da Biblioteca Digital Mundial – WDL (World Digital Library), a reunir tudo com todos no mundo.
A Biblioteca Digital Mundial – WDL foi criada por James Billington e lançada, em 21 de abril de 2009, pela monumental Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, de Washington, em reunião com a Unesco e inúmeras organizações mundiais.
Antevejo e não sou orago para poder afirmar, hoje, que a humanidade a partir da nova figura humana, acerca da qual criei o neologismo – homo genitabilis (o homem a se recriar por si), merecerá, geneticamente, a inserção de genes enciclopédicos da gnose humana, a feitio de “chipamento” no DNA, na espiral genética.
Daqui algum tempo, a Biblioteca Digital Mundial terá sido apenas uma mutação, porquanto cada ser portará geneticamente a sua biblioteca mundial.
O sistema neuronal do homo sapiens utiliza apenas 10% de sua capacidade. Algo inacreditável na jornada darwiniana.
Imaginem que o autor já foi hóspede da Biblioteca de Chester, no País de Gales, pernoitando meio aos livros numa experiência singular, inédita e extravagante, a convite da galesa Jean Wilcock.
José Carlos Gentilli – Escritor, membro da Academia de Ciências de Lisboa e Presidente Perpétuo da Academia de Letras de Brasília
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,4300 DÓLAR TURISMO: R$ 5,6340 EURO: R$ 6,0500 LIBRA: R$ 7,2670…
O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), indicou os nomes restantes…
A coalizão governista do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, perdeu maioria no Parlamento israelense, e…
A Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, foi alvo de um ataque hacker que…
A Base Aérea de Natal realiza neste domingo (1º) mais uma edição do Portões Abertos,…
1- O técnico Carlo Ancelotti convocou nessa quinta-feira (29), na sede da CBF, no…
This website uses cookies.