Os proprietários da casa de concertos Bataclan afirmaram em entrevista ao jornal “Le Monde” que pretendem reabrir o local “ao final de 2016”. O lugar foi palco de um massacre dos terroristas do grupo Estado Islâmico (EI, ex-Isis) na noite do dia 13 de novembro, quando mais de 80 pessoas foram fuziladas pelos extremistas.
Olivier Poubelle e Jules Frutos, que são donos de 30% das cotas do estabelecimento, contaram que o maior acionista da casa também quer a reabertura para não transformá-la em “mausoléu”.
“Jules e eu dirigimos o Bataclan há 12 anos e queremos reabri-lo juntos com a equipe, que também deseja a reconstrução”, destacou Pubelle à publicação. Ele ainda relembrou a tragédia e disse que “todos nós temos alguém que conhece um ferido ou um morto”.
Nenhum dos dois estava na casa no momento do tiroteio, porém pelos relatos que receberam, elogiaram a postura dos dois seguranças do Bataclan.
“Os dois guardas de segurança na entrada salvaram vidas. Eles entenderam o que estava acontecendo quando ouviram os tiros no bar e correram para abrir as saídas de emergência, gritando para todos saírem”, relatou Poubelle.
Segundo dados oficiais, 130 pessoas perderam a vida em seis atentados orquestrados na capital francesa. Os ataques foram assumidos pelo grupo terrorista EI por Paris ser a “capital do pecado”.
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