ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA – Isabelle Resende

ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA –

O farmacêutico no processo da oncologia pediátrica participa não somente da medicação mais é o responsável pelo controle de qualidade dos medicamentos, estabilidade, compatibilidade físico-química, criação de protocolos, procedimentos de rotina para o fluxo dos medicamentos; avaliação da prescrição médica. Engloba ainda a atenção farmacêutica, assegurando que a terapia farmacológica prescrita seja efetiva, segura e administrada de forma correta, através do aconselhamento, visando melhorar a qualidade de vida do paciente. O farmacêutico sai do papel de só dispensar medicamentos e/ou produtos e passa a integrar a equipe de cuidados com o paciente.

É importante estabelecer uma boa relação com o paciente e o acompanhante para facilitar a adesão terapêutica. O farmacêutico orienta com relação a possíveis problemas relacionados aos medicamentos em uso, assim como, a importância de cada um para o sucesso da terapia e busca da cura. A boa relação entre o farmacêutico, paciente e acompanhante possibilita uma melhor adesão ao tratamento, pois o profissional tem abertura e faz com que o paciente, em especial, tenha consciência da importância de tomar a medicação conforme a orientação médica, durante o tratamento contra o câncer infantil.

A participação do farmacêutico durante o processo na intervenção terapêutica contribui para a diminuição de custos, efeitos adversos e melhora da qualidade de vida. Pois durante todo o processo existe o acompanhamento e aconselhamento da terapêutica que será utilizada. Com o objetivo de melhorar os resultados do tratamento.

Pelo câncer se tratar de uma doença bastante dolorosa e o tratamento ser longo, se faz necessário que a equipe multidisciplinar esteja integrada para sucesso do mesmo. A Casa Durval Paiva oferece além do farmacêutico, que orienta quanto aos possíveis efeitos adversos, interações medicamentosas, dentre outros, uma equipe multidisciplinar para que a criança e o adolescente em tratamento possam ter o enfrentamento da doença da melhor maneira e essa equipe tem atuação de suporte.

Estudos comprovam que quando o paciente tem orientações em relação as possíveis medicações que serão utilizadas no período em que estiver em tratamento as reações adversas diminuem, assim como, o tempo de internação, além de melhorar a qualidade de vida e adesão terapêutica.

 

 

Isabelle Resende – Farmacêutica CRF2541 da Casa Durval Paiva

As opiniões contidas nos artigos/crônicis são de responsabilidade dos colaboradores
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