O diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, James Clapper, afirmou nesta quarta-feira (7) que o ciberataque contra a Sony, pelo qual Washington culpou a Coreia do Norte, é o mais grave já realizado contra interesses norte-americanos.
Clapper disse que o setor privado precisa cobrir vulnerabilidades de seus softwares e segmentar dados para se proteger contra novos ataques. Ele também disse que a ameaça cibernética da Rússia é particularmente sofisticada.
O ciberataque aconteceu no final de novembro de 2014 e expôs dados pessoais de milhares de funcionários e ex-funcionários do estúdio e incluiu um ultimato para que a Sony não estreasse o filme “A entrevista”. O filme é uma comédia que relata um plano para matar o líder norte-coreano Kim Jong-un.
Depois de chegar a cancelar a estreia do filme, a Sony lançou o longa na semana do Natal em cinemas independentes e em plataformas digitais.
O presidente da Sony, Kazuo Hirai, só se pronunciou nesta terça-feira (6) em Las Vegas, nos EUA. Ele afirmou que o ciberataque atribuído a Coreia do Norte foi “impiedoso” e “mesquinho”.
O executivo afirmou não esperar que o ciberataque contra o estúdio de cinema vá ter impacto financeiro significativo.
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