A produção de camarão não teve um bom início de ano. Com restrição ao crédito, alta inadimplência e a ameaça da reabertura do mercado brasileiro ao camarão importado, os produtores buscam o apoio de instituições financeiras e do poder público para conseguir suprir uma fatia deixada por países asiáticos no mercado mundial. A projeção para a produção potiguar é de fechar o ano em 25 mil toneladas. O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha acredita ser possível dobrar a produção em até dois anos.
O setor busca apoio do governo e das instituições financeiras para investimentos, desburocratizar a concessão de licenças ambientais e para a ampliação das áreas cultivadas. As negociações com o mercado europeu devem iniciar durante a 10ª edição da Feira Nacional do Camarão, que será realizada de 10 a 13 de junho, no Centro de Convenções.
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