Florbela deu a declaração em Brasília, onde acompanhou a divulgação dos dados, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do censo sobre as comunidades quilombolas no país.
Este foi o primeiro censo na história do país a pesquisar o número de quilombolas no Brasil. Conforme o levantamento, são 1,3 milhão de quilombolas em cerca de 1,7 mil municípios.
Estes dados são inéditos, já que é a primeira vez que o Censo incluiu em seus questionários perguntas para identificar pessoas que se autodenominam quilombolas.
“A incorporação da categoria ‘quilombola’ [no censo] e sua visibilidade estatística expressa o reconhecimento da diversidade da população brasileira e da luta histórica pela dignidade e pelo reconhecimento”, afirmou a especialista.
“Este feito tem empoderamento nos marcos internacionais de direitos humanos, como o compromisso de não deixar ninguém para trás da agenda 2030 e o compromisso contra o racismo e a discriminação racial”, prosseguiu.
“O desafio que temos pela frente é assegurar que os dados divulgados hoje sirvam para tomar ações que resultem em mais direitos e mais oportunidades para a população quilombola”, acrescentou a representante da ONU.
O Censo de 2022 mostra que:
Fonte: G1
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