Com a estiagem prolongada e a ausência de floradas há quase quatro anos, os apicultores do Rio Grande do Norte tiveram que repensar o formato de seus negócios, que até então dependiam do mel. A ameaça foi transformada em oportunidade. Com auxílio do Sebrae no Rio Grande do Norte, os produtores começaram a buscar novas soluções para manter a colmeia viva, usando uma alimentação artificial. Com essa orientação, alguns produtores passaram a diversificar seus negócios, explorando outras vertentes da apicultura. Uma delas foi a extração da apitoxina, o veneno encontrado no ferrão das abelhas e que tem uma forte demanda do mercado farmacêutico e de cosméticos.
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