A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também autorizou a Latam a voar com menos comissários de bordo. Serão três, em vez de quatro profissionais. A decisão foi publicada nessa quarta-feira (19) no Diário Oficial da União.
Azul e Gol já haviam obtido aval semelhante da agência, respectivamente nos dias 12 e 17 de janeiro. As três permissões são temporárias, válidas até março, e serão monitoradas pela Anac.
Juntas, Azul Latam e Gol detêm 98,2% do mercado doméstico de aviação no Brasil, segundo dados da agência relativos a novembro –os mais recentes disponíveis.
Nos três casos, as empresas poderão voar com três comissários desde que limitem a 150 o número de assentos por avião. Elas são obrigadas a manter um comissário para cada 50 passageiros. Assim, para voar com três tripulantes, os voos passam a ter número reduzido de passageiros.
Na prática, a medida obriga as empresas a reacomodar passageiros em outros voos, porque haverá limite de até 150 assentos em aviões com capacidade maior do que essa. No caso da Latam, a decisão afeta aeronaves Airbus A320 (que levam até 178 passageiros) e A321 (que levam até 198 passageiros).
Os pedidos das companhias aéreas estão relacionados ao avanço da variante ômicron, que tem causado afastamento de tripulantes das escalas de voo e cancelamentos de voos. A ômicron também tem provocado impacto em outros setores da economia, como na área da saúde e no comércio.
Segundo a agência, o objetivo é permitir às empresas “adotar medidas operacionais frente aos impactos em atrasos e cancelamentos de voos, mantendo os níveis de segurança exigidos pela Anac”.
A Latam confirmou que foi “oficialmente autorizada pela Aanc a reduzir o número de comissários em seus voos, em função do recente aumento de casos de Covid-19 e de influenza”. Segundo a companhia, “o pedido visa minimizar os impactos das dispensas médicas de seus funcionários, que têm ocasionado cancelamentos de voos”. Por fim, a companhia “reforça que não poupará esforços para seguir comunicando com antecedência aos seus clientes qualquer cancelamento de voo que se faça necessário”.
Em meio ao avanço da variante ômicron e do vírus H3N2 da influenza, as companhias aéreas estão dispensadas muitos de seus tripulantes com síndromes gripais para que esses possam fazer o isolamento.
Isso fez com que diversos voos fossem cancelados no início de 2022. A Azul foi a primeira a ter voos afetados, mas a Latam também sofreu com os impactos, cancelando 111 voos.
Na ocasião, a Anac afirmou que monitorava os casos de Covid-19 e gripe em pilotos, comissários e demais profissionais do setor aéreo, para minimizar impactos em voos.
No mundo, o avanço da variante ômicron em meio à necessidade de isolar tripulantes potencialmente infectados levou a milhares de atrasos ou cancelamentos, a maioria deles em aeroportos dos EUA e da China, entre o Natal e o Ano Novo.
Fonte: G1
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