AMADURECIMENTO COM PATERNIDADE –
Outro dia caminhando por entre ilhas de uma livraria, enxerguei escrito em banner a seguinte frase: “O amor que sinto por você, meu filho, é do tamanho do mundo. Ele me leva a voar até à estrela mais longínqua, abraçando-a sem jamais a largar. É sentimento incondicional, ímpar, sensação que dá até arrepio. Nunca vou deixar de lhe adorar. Nunca.”
Nesse momento, envolvido por tal pensar, recordo, todas energias vindas do coração, voltaram-se para os anjos de candura que alegram-me o viver, minhas filhas, pessoas maravilhosas a quem empresto o mais forte e singelo dos sentimentos.
Desde cedo fui adepto da seguinte máxima: “antes feito do que perfeito”. E assim vivi as etapas existenciais, não somente acreditando, mas sonhando com o porvir, na certeza de as quimeras jamais envelhecerem. Porém o verdadeiro amadurecimento de atos e atitudes, incorporados ao meu consciente, aconteceu a partir da paternidade daquelas três lindas criaturas, as quais desde o nascimento conquistam-me repetidamente.
Tomando a mim como exemplo, considerando o amor irrestrito devotado à minha Marlene Lanverly, sempre entendi que ser mãe é extremamente fácil, até porque trazendo a mulher em seu corpo, a dadiva da vida e o dom da criação, ser amada por aqueles por ela gerados, sendo, literalmente carne de sua carne, é meio caminho andado.
Aprender a ser pai, nunca foi tarefa amena, nem aconteceu de um dia para outro, contudo hoje já experiente, sei inexistir a forma perfeita de sê-lo. Na verdade, rapidamente absorvi a certeza de que para ter filhos, se faz necessário amar alguém mais que a si próprio, é ser herói e guerreiro e ter como única recompensa, um sorriso e o amor infinito daqueles que tanto desejou ver nascer. E melhor pagamento que esse é impossível existir.
Posso afirmar que ser pai, é viver diferentes praticas. No início é como aprendiz, a cada novo instante conseguindo descobrir que o verdadeiro sentido de tal tarefa, extrapola o simples ato do comprar presentes, mas sim cultivar o dever de se fazer presente, brincar, conversar, contar histórias e estórias, divertindo-se conjuntamente.
Passados os anos, já na adolescência, buscando adaptar-se aos anseios da idade, ser pai, é ir além de rápidos encontros no final do dia de trabalho ou refeições em restaurantes da cidade, é não somente abraçar os rebentos, mas saber experimentar sentimentos surgidos no calor do afago.
É sair por aí a passear, assistir a shows ou bater papos triviais, na expectativa de estabelecer maior aproximação, pois com meus genitores aprendi, que para construir confiança e laços de amizade é necessário molhar os pés nas beiradas do mar, e curtir juntos o brilho do sol fortalecendo assim, a força do sorriso e carinho mútuo.
Passados os anos, hoje já com cabelos cor de prata, dizer que amo Bruna, Larissa e Flávia é não somente cliché, pois mesmo sendo as mães dos seis netos que me encantam, para mim elas para sempre serão “minhas crianças”, as quais com muito apreço carreguei no colo, e hoje repleto de orgulho, vejo-as felizes vivendo suas experiências adultas com alegria, valorizando a família.
Viva a mim, pai realizado. Parabéns a todos os pais do mundo.
Alberto Rostand Lanverly – Pai de Bruna, Larissa e Flávia
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